Como se Habilitar

O Que Preciso Fazer Para Adotar?


 

Toda adoção começa e termina na Vara da Infância e Juventude do seu município. 

A Justiça é o caminho para se seguir, onde todos os trâmites legais são executados.

 
Uma pessoa que deseja adotar, precisa estar habilitado pelo Juiz.

Habilitação é um processo que para ser concluído demora entre 6 a 8 meses.

O candidato precisa procurar o setor social da Vara da Infância para se inscrever.

A inscrição é feita com a documentação simples, como identidade, CPF, comprovante de endereço.

Serão anexados ao processo um atestado médico de sanidade física e mental e um outro

documento que será assinado por dois visinhos confirmando a conduta ilibada do candidato. 

Conduta ilibada nada mais é do que uma conduta salutar, de bom senso, de um comportamento

normal, onde os visinhos percebem que não há estranhesas ou suspeitas perigosas no

comportamento de um indivíduo. É feito então o pedido de deferimento dessa habilitação.

Uma visita de uma Assistente Social do judiciário será promovida pelo Juiz até a residência da

pessoa interessada, que terá uma conversa bem

suculenta sobre adoção, dos reais motivos que está levando a pessoa a adotar, do perfil

desejado, idade, sexo e cor da criança. Verá também as condições de moradia e se está em 

condições de receber uma criança em adoção. Um relatório é feito ao Juiz sobre essa visita. 

O Ministério Público também opina a respeito das habilitações dando o seu parecer. Após 

esses trâmites e de outras pesquisas a respeito da vida do candidato, o Juiz o habilitará ou não. 

Se for habilitado, uma Carta de Habilitação será expedida pelo Juiz, que dará direito ao candidato

adotar em todo o território nacional. Portanto a pessoa habilitada entra sempre numa lista de 

pessoas esperando o momento para adotar uma criança, que nada mais é do que uma fila de

pessoas preparadas para adotar.

 

Graças a Deus as coisas tem mudado muito no nosso país e hoje existem mais casais querendo

adotar do que crianças disponíveis para adoção.

 

Por

Francisco Carlos Montoni

Tio Quico